O conserto de perfuradores de solo em Brasília é feito na oficina da JW Máquinas, no SIA, com diagnóstico do defeito antes de qualquer troca de peça, orçamento aprovado pelo cliente e teste de funcionamento antes da entrega. A oficina é autorizada Toyama e Trapp e atende perfuradores de solo de marcas como Toyama, Stihl, Husqvarna, Branco e Buffalo, há mais de 15 anos.
Como funciona o conserto de perfuradores de solo em Brasília
- Recepção: o cliente descreve o defeito no balcão e o técnico registra o relato, o número de série e as condições em que o perfurador de solo chegou.
- Diagnóstico: a máquina é desmontada só até onde o defeito exige, e a causa é identificada antes de qualquer troca de peça.
- Orçamento: o cliente recebe a lista de peças e de mão de obra e aprova antes do reparo; sem aprovação, nada é trocado.
- Reparo: as peças condenadas são substituídas e os ajustes de alimentação, folgas e fixações são refeitos.
- Teste e entrega: antes de devolver, a oficina confere a partida, a marcha lenta com a broca parada e a rotação máxima com tacômetro. Em seguida faz perfurações em solo real, observando o engate da embreagem, o torque, o aquecimento e o ruído da caixa de redução, além da vibração no guidão e do funcionamento do freio de broca quando existente.
A JW Máquinas conserta e revisa perfuradores de solo a gasolina em Brasília, cuidando do motor, da embreagem centrífuga, da caixa de redução e das brocas usadas em cercas, mourões, plantio e fundações leves. No balcão, o equipamento também chega com outros nomes, como furadeira de mourão, perfuratriz de solo e broca para mourão, e todos passam pelo mesmo procedimento.
Defeitos mais comuns em perfuradores de solo
Motor acelera mas a broca não gira
A falha de transmissão costuma estar na embreagem centrífuga, com sapatas gastas ou vitrificadas, molas quebradas ou tambor desgastado. Também pode ser engrenagem da caixa de redução com dentes quebrados, pino de fixação da broca cisalhado ou encaixe do eixo de saída arredondado após travamentos.
O técnico remove a caixa para inspecionar sapatas, molas e tambor da embreagem centrífuga, abre a caixa de redução para verificar engrenagens e rolamentos e confere o pino e o encaixe da broca. Troca os componentes danificados, relubrifica a caixa e testa com a broca em solo.
A broca prende e a máquina dá um tranco forte
O tranco acontece quando a broca encontra raiz, pedra ou cascalho e trava de repente, transferindo o torque para os braços do operador. Brocas com facas gastas, rotação alta demais na entrada do furo e ausência de freio de broca agravam o problema, que também sobrecarrega a caixa e a embreagem.
A oficina verifica o estado das facas e da ponta da broca, substitui as peças gastas, confere o funcionamento do freio de broca e da reversão quando existentes e ajusta a embreagem. Orienta o operador sobre posição do corpo, aceleração gradual e retirada frequente da terra.
Não pega ou pega e morre
No motor de dois tempos do perfurador, as causas mais comuns são mistura envelhecida ou em proporção errada, carburador de diafragma com membrana ressecada, filtro de combustível do tanque entupido, vela carbonizada, respiro do tanque obstruído e bobina com falha. Afogamento por excesso de primer também é frequente.
O técnico drena a mistura antiga, troca o filtro do tanque, testa faísca e vela, desmonta o carburador de diafragma e substitui membranas, agulha e juntas. Confere a compressão do cilindro e regula as agulhas de alta e baixa com tacômetro, deixando a marcha lenta sem arrastar a broca.
Broca gira com o motor em marcha lenta
A embreagem centrífuga deveria desacoplar em marcha lenta. Se a broca gira, a rotação de marcha lenta está alta demais, as molas da embreagem estão esticadas ou quebradas, ou as sapatas estão travadas no tambor por sujeira e deformação, geralmente depois de superaquecimento.
A oficina reduz a marcha lenta para a faixa correta, confere com tacômetro, desmonta a embreagem e substitui molas e sapatas quando necessário. Limpa o tambor e verifica se o acelerador retorna livremente. A broca parada em marcha lenta é item de segurança obrigatório.
Caixa de redução esquenta e faz barulho
A caixa de redução do perfurador trabalha com carga de choque. Falta de graxa ou óleo, lubrificante inadequado, rolamentos gastos, engrenagens com dentes lascados e retentor danificado permitindo entrada de terra causam aquecimento, ruído e, com o tempo, travamento da transmissão.
O técnico abre a caixa, remove o lubrificante velho, inspeciona engrenagens, eixos e rolamentos, troca peças gastas e retentores e aplica o lubrificante na quantidade e tipo corretos. Depois testa a máquina em carga, conferindo temperatura e ruído da caixa.
Perde força e solta muita fumaça
Excesso de óleo na mistura, filtro de ar entupido pela poeira, silenciador e janela de escape carbonizados e carburador rico pela altitude reduzem a potência e aumentam a fumaça. Anéis gastos por poeira aspirada também diminuem a compressão e o torque disponível.
A oficina limpa ou troca o filtro de ar, remove a carbonização do silenciador e da janela de escape, regula o carburador e mede a compressão. Se o cilindro estiver riscado, avalia a troca do conjunto de pistão e anéis ou do cilindro completo.
A broca está torta e faz o furo oval
Broca empenada por travamento com o operador forçando de lado, uso de alavanca na broca para arrancar terra, solda da hélice trincada e encaixe do eixo com folga produzem furo oval e vibração forte. A vibração desgasta rolamentos da caixa e cansa o operador.
O técnico verifica o empeno da broca e da extensão, o estado da hélice, da ponta e das facas e a folga no encaixe com o eixo de saída. Indica a troca da broca ou o reparo da hélice e substitui o pino ou a bucha de acoplamento desgastados.
Cordinha de partida pesada ou presa
No perfurador, a partida retrátil sofre com poeira e com quedas da máquina. Mola rompida, polia quebrada, linguetas gastas, cordão desfiado e motor com calço por mistura acumulada no cárter deixam o arranque pesado ou travado, e puxões fortes nessa condição quebram ainda mais peças.
A oficina desmonta a partida, troca mola, polia, linguetas ou cordão, e verifica se o motor gira livre com a vela retirada. Se houver combustível acumulado no cilindro, drena, seca e corrige a causa, geralmente carburador com agulha sem vedação.
Sinais de que o perfurador de solo precisa de conserto
- Broca gira fraca ou para com o motor acelerado
- Broca girando com o motor em marcha lenta
- Caixa de redução quente ou com ruído de engrenagem
- Trancos cada vez mais frequentes na perfuração
- Fumaça excessiva e perda de torque
- Vibração forte e furo saindo oval
Antes de furar, verifique se não há cabos elétricos, tubulações de água ou gás enterrados no local. Use botina, luvas, óculos e protetor auricular, mantenha as pernas afastadas da broca e posicione o corpo para resistir ao torque de reação. Nunca use roupas soltas. Para trocar ou limpar a broca, desligue o motor e espere a broca parar totalmente.
Perfuradores de solo no DF: uso, clima e altitude
No DF, o perfurador de solo é muito usado em chácaras e núcleos rurais para abrir furos de mourão de cerca, instalar alambrado em propriedades do PAD-DF, Alexandre Gusmão e Ponte Alta e fazer covas para plantio de mudas frutíferas e eucalipto em áreas de reflorestamento.
Em obras e paisagismo de condomínios, a máquina abre furos para postes de iluminação, placas, pergolados, estacas de fundação rasa e sondagens simples. Empresas de cercamento e locadoras de equipamentos mantêm unidades que passam por muitos operadores, o que aumenta o desgaste por uso incorreto.
Na seca, de maio a setembro, o latossolo fica duro como tijolo e a broca trabalha no limite, com poeira intensa entrando no filtro de ar do motor. Nas chuvas, a perfuração é mais fácil, mas a terra úmida gruda na broca e o esforço de retirada aumenta. Convém revisar antes da época de cercamento, em abril e maio.
O motor de dois tempos do perfurador perde potência na altitude de Brasília e a mistura do carburador tende a ficar rica, com carbonização na vela e na janela de escape. Como o latossolo compactado exige alto torque, a combinação faz a broca travar com facilidade. A oficina ajusta o carburador e orienta furar em etapas, retirando a terra.
A oficina da JW Máquinas fica no SIA, o Setor de Indústria e Abastecimento de Brasília, na Quadra 5C, com acesso direto pela Estrutural e pela EPIA, a poucos minutos do Guará, do Núcleo Bandeirante, do Park Way e do Plano Piloto. A oficina recebe perfuradores de solo de todo o DF, como Águas Claras, Recanto das Emas, Jardim Botânico, Paranoá, Asa Sul e Lago Norte, e de cidades do Entorno como Formosa e Planaltina de Goiás.
Marcas de perfuradores de solo atendidas em Brasília
Toyama é atendida como assistência técnica autorizada, com peças originais e garantia de fábrica encaminhada pela oficina; Stihl, Husqvarna, Branco, Buffalo, Nagano, Tekna e Vulcan são atendidas como oficina independente, fora da rede autorizada do fabricante.
- Conserto de Perfuradores de Solo Toyama
- Conserto de Perfuradores de Solo Stihl
- Conserto de Perfuradores de Solo Husqvarna
- Conserto de Perfuradores de Solo Branco
- Conserto de Perfuradores de Solo Buffalo
- Conserto de Perfuradores de Solo Nagano
- Conserto de Perfuradores de Solo Tekna
- Conserto de Perfuradores de Solo Vulcan
Perguntas sobre conserto de perfuradores de solo em Brasília
Onde fazer conserto de perfuradores de solo em Brasília?
Na oficina da JW Máquinas, no SIA. A JW Máquinas fica no SIA, em Brasília, no endereço SIA QUADRA 5C, Sia, 28 - LOJA 1, Brasília - DF, 71200-055, com telefone (61) 3020-1977. O equipamento passa por diagnóstico e orçamento antes do reparo. O atendimento é feito por ordem de chegada e o orçamento é informado antes do reparo.
O perfurador acelera e a broca não gira
O problema está na transmissão. As causas mais comuns são sapatas da embreagem centrífuga gastas, pino da broca quebrado ou engrenagem da caixa de redução danificada por travamentos. A oficina desmonta o conjunto para identificar a peça e substituí-la.
Por que a broca gira mesmo em marcha lenta?
A marcha lenta está alta demais ou as molas da embreagem centrífuga cederam. Isso é perigoso, pois a broca pode pegar a roupa ou a perna ao posicionar a máquina. Não use o equipamento assim; a regulagem e a troca das molas resolvem.
A broca entortou, precisa trocar?
Na maioria dos casos, sim. Broca empenada vibra, faz furo oval e força os rolamentos da caixa de redução. Pequenos danos na hélice ou nas facas podem ser reparados, mas eixo torto compromete a segurança e o desempenho da máquina.
O motor do perfurador travou, tem conserto?
Normalmente tem. O travamento em motor de dois tempos costuma ocorrer por mistura errada ou poeira aspirada, danificando pistão, anéis e cilindro. A oficina desmonta, mede as peças e troca o conjunto necessário, corrigindo também a causa do travamento.